Bombardeios da coalizão internacional na Síria mataram 4.272 em 16 meses

Cairo, 23 jan (EFE).- Pelo menos 4.272 pessoas morreram na Síria, entre elas 315 civis, desde o começo dos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos EUA contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), em setembro de 2014.

A ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos divulgou nesdte sábado estes dados e detalhou que, entre os civis, morreram 89 menores de idade e 58 mulheres.

O maior massacre de civis cometido pelos aviões da coalizão aconteceu em abril do ano passado, quando pelo menos 64 moradores da cidade de Bir Mahali, no norte da província de Aleppo, morreram em um bombardeio.

Além disso, pelo menos 3.802 membros do Estado Islâmico morreram devido a ataques aéreos e com mísseis às bases e posições do grupo terrorista nas províncias de Homs, Hama, Aleppo, Hasaka, Al Raqqa e Deir ez Zor.

Entre os mortos há dezenas de líderes do EI, de diversas nacionalidades, incluindo Abu Osama al Iraqi, Amre al Rafidan e Abu Saif. O primeiro era o "governador" do EI da chamada "província de Al Baraka", que ocupa parte de Al Hasaka, e o segundo ocupava o mesmo cargo na "província de Al Khayr", em Deir ez Zor, já que os radicais impuseram suas próprias divisões administrativas no território que controlam.

O Observatório afirmou que é provável que o número de baixas de membros do EI e de outros grupos armados islamitas seja superior, mas não foi possível documentá-las devido ao sigilo guardado por estas facções em relação a suas perdas.

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