Países da América Latina debatem novos métodos para combater zika vírus

Manágua, 2 fev (EFE).- Representantes de 11 países da América Latina discutiram e apresentaram neste terça-feira na Nicarágua formas inovadoras de combater o mosquito Aedes aegypti, que transmite o vírus do zika, em uma reunião internacional de capacitação em temas de saúde.

O diretor de Vigilância para a Saúde da Nicarágua, Carlos Sáenz, explicou aos jornalistas que neste encontro sobre "manejo integrado de vetores" foram expostas diversas alternativas, desde o uso de bactérias, como o praticado na Nicarágua, até estratégias de extermínio feitas pela população, como feito na Nicarágua.

"A Nicarágua tem uma participação comunitária muito grande. As pessoas se unem a um plano dirigido por instituições do governo, e isso é o que nos permite reduzir a densidade de mosquitos", disse a representante da Organização Pan-americana da Saúde (OPS) no país, Socorro Gross.

Participaram do encontro especialistas de Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Honduras, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá e República Dominicana, segundo os organizadores.

Ontem, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou que o crescente número de casos de zika e a provável relação do vírus com a microcefalia representam uma emergência de saúde global.

O vírus, que foi identificado pela primeira vez em Uganda, na floresta Zika em 1947, já está presente em 24 países da América e pode chegar a afetar mais de 4 milhões de pessoas.

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