Al Qaeda reconhece morte de um de seus líderes em ataque dos EUA no Iêmen

Sana, 6 fev (EFE).- A organização terrorista Al Qaeda na Península Arábica (AQPA) reconheceu a morte, na última quinta-feira, de um de seus líderes, Jalal Blaidi, junto com cinco de seus companheiros, em um bombardeio de um avião não-tripulado americano na província de Shebua, no Iêmen.

A Al Qaeda indicou que o líder terrorista foi atacado enquanto se encontrava com membros de sua tribo na província de Abian.

Fontes de segurança informaram à Agência Efe na quinta-feira que o drone disparou dois mísseis contra o veículo militar em que Blaidi e seus acompanhantes viajavam.

Os corpos foram carbonizados e levados para serem enterrados na cidade natal de Blaidi, Zinyibar, capital da província vizinha de Abian.

O jihadista foi um líder jovem que adquiriu notoriedade no grupo nos últimos dois anos após dirigir algumas operações sangrentas contra o exército iemenita, entre elas o sequestro e decapitação de 14 soldados na província de Hadramut, em agosto de 2014.

Com sua morte, a Al Qaeda na Península Arábica recebeu um duro golpe, especialmente depois da morte de seu líder máximo Nasir al Wahishi em um ataque similar na cidade de Al Mukala, em junho .

Mukala, capital de Hadramut, também no sudeste do país, está nas mãos do grupo terrorista, que retomou recentemente o controle da cidade de Azzan, seu principal reduto em Shebua.

Os Estados Unidos mantém há anos uma campanha de bombardeios contra os terroristas no sul do Iêmen com aviões não tripulados, já que considera o ramo local da Al Qaeda uma das mais ativas e perigosas.

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