Coalizão internacional contra o EI decide acelerar campanha militar

Bruxelas, 11 fev (EFE).- Os países que participam da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico (EI) decidiram nesta quinta-feira "acelerar" suas operações militares para derrotar a essa organização terrorista no Iraque e na Síria.

"Decidimos acelerar a campanha", informou o secretário de Defesa americano, Ashton Carter, ao término de uma reunião de parceiros e observadores da coalizão em Bruxelas, na qual houve também um "apoio unânime aos objetivos e conceitos operacionais" do plano de campanha militar proposto por Washington, no qual são requeridas mais contribuições para vencer o EI.

"Os objetivos são derrotar primeiro o tumor do EI no Iraque na Síria", "combater suas metástases" e "proteger nossas nações", declarou o chefe do Pentágono.

Para conseguir essas metas no Iraque e na Síria, afirmou que "temos duas grandes setas apontando para Mossul e Al Raqqa, onde tentamos colapsar o controle do EI nestas duas cidades".

Carter garantiu que os Estados Unidos estão "assinalando o caminho" com uma aceleração de suas operações, mas pediu que os demais membros da coalizão façam o mesmo.

Nesse contexto elogiou novas contribuições anunciadas recentemente por países como a Holanda, que começará a bombardear os terroristas não só no Iraque, mas também na Síria.

Também ressaltou que vários parceiros do Golfo indicaram que intensificarão suas atividades e, concretamente, que a Arábia Saudita "revitalizará" sua campanha aérea.

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