Trump amplia sua vantagem na corrida republicana pela presidência dos EUA

Em Washington

  • David Goldman/AP

O magnata Donald Trump ampliou sua vantagem em nível nacional na disputa interna do Partido Republicano pela candidatura à presidência dos Estados Unidos, após seu contundente triunfo esta semana nas eleições primárias de New Hampshire.

Segundo uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (12) pelo site de informação política Morning Consult e elaborada entre os dias 10 e 11 de fevereiro, Trump alcança o apoio de 44% dos 710 eleitores republicanos entrevistados pelos pesquisadores.

Essa porcentagem representa um significativo avanço com relação à pesquisa anterior da mesma empresa efetuada entre 3 e 7 de fevereiro (antes das primárias de New Hampshire), quando 38% dos eleitores republicanos respaldavam o magnata imobiliário.

Em um distante segundo lugar aparece o senador pelo Texas de origem cubana Ted Cruz, que obtém um respaldo de 17% (a mesma pontuação da pesquisa anterior).

O terceiro posto é dividido, ambos com 10%, pelo neurocirurgião aposentado Ben Carson (um ponto a mais que na pesquisa anterior) e pelo senador pela Flórida, também de origem cubana, Marco Rubio (cinco pontos a menos).

Fecham a lista o ex-governador da Flórida Jeb Bush, com 8% (dois pontos a mais), e o governador de Ohio, John Kasich, com 4% (dois pontos a mais).

A pesquisa, que tem uma margem de erro de 3,7%, foi divulgada após as eleições primárias do último dia 9 no estado de New Hampshire, nas quais Trump conseguiu 35% dos votos, na frente de pré-candidatos como Kasich (16%), Cruz (12%), Bush e Rubio (ambos com 11%).

A Morning Consult também consultou a opinião de 811 eleitores democratas em uma pesquisa paralela, na qual a ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, consegue o apoio de 46%, contra 39% do senador por Vermont, Bernie Sanders, seu rival na disputa pela indicação presidencial.

Em relação à pesquisa feita pelo site entre os dias 3 e 7 de fevereiro, Hillary perde quatro pontos e Sanders ganha dois.

A pesquisa, que tem uma margem de erro de 3,4%, reflete, como no caso de Trump, o impulso recebido pelo senador por Vermont com sua contundente vitória em New Hampshire, onde conseguiu 60% dos votos. A ex-secretária de Estado ficou muito longe, com 38% dos sufrágios. 

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