Indonésia detém 30 jihadistas após atentado em Jacarta

Bangcoc, 16 fev (EFE).- A Polícia indonésia deteve 30 pessoas vinculadas a organizações jihadistas que planejavam atentar em Jacarta, após o ataque do mês passado na capital que deixou oito mortos, informou nesta terça-feira a imprensa local.

O chefe da Polícia, Badrodin Haiti, disse durante uma reunião de segurança que 17 dos detidos estavam diretamente relacionados com o ataque com armas de fogo e explosivos a uma cafeteria que foi reivindicado pelo Estado Islâmico (EI).

Outras 15 pessoas foram detidas pela relação com três novos grupos radicais identificados pela polícia que operam na região metropolitana de Jacarta, e planejavam atentar contra o aeroporto e a delegacia central de polícia.

Um destes grupos, liderado por Hendro Fernando, recebeu 1,3 bilhão de rúpias (US$ 97 mil) em doações desde Jordânia, Iraque e Turquia, indicou Badrodin.

Outra organização, liderada por um extremista identificado como Helmi, planejava atentar com um carro-bomba contra o quartel da polícia enquanto um terceiro grupo se dedicava a atacar agentes de trânsito com armas brancas e paus.

Badrodin disse que o risco de um atentado terrorista no país continua sendo elevado devido aos vínculos de vários destes grupos radicais com Bahrun Naeem, um indonésio que luta com o EI na Síria e que é considerado como o cérebro do atentado em Jacarta.

Especialistas em segurança acreditam que o EI tenta se estabelecer na Indonésia para declarar um "califado regional".

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