Promotor argentino considera hipótese de que Nisman tenha sido assassinado

Buenos Aires, 25 fev (EFE).- O promotor da Justiça Criminal da Argentina, Ricardo Sáenz, emitiu nesta quinta-feira uma sentença na qual aponta que seu colega Alberto Nisman foi vítima de homicídio em janeiro de 2015 dias após denunciar a então presidente argentina, Cristina Kirchner, por supostamente acorbertar terroristas.

"Concordo com a hipótese de que Alberto Nisman foi vítima do crime de homicídio", afirma a sentença do promotor.

Neste sentido, Sáenz afirmou que a investigação ficar a cargo da Justiça Federal de Buenos Aires, "que tem a competência mais ampla para resolver qual de todas as hipótese levantadas é aplicável ao caso".

Nisman, que estava a cargo da investigação do atentado contra a sede judia Amia que deixou 85 mortos em 1994, foi encontrado morto em seu domicílio em 18 de janeiro de 2015, horas antes de comparecer no Congresso para explicar a demanda contra Cristina Kirchner por suposto encobrimento de terroristas iranianos.

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