Estado Islâmico executa dirigente acusado de corrupção e traição

Mossul (Iraque), 1 mar (EFE).- O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) executou o próprio chefe da Administração Suprema dos Combatentes, identificado como Falah Abdullah al Saidaui, acusado de corrupção e traição, informaram à Agência Efe fontes do governo do Iraque.

Além de assassinar um dos dirigentes, o EI prendeu outros 22 membros por diversos motivos, de acordo com chefe do Comitê de Segurança da província de Ninawa.

Al Saidaui, que é iraquiano, foi condenado a morte por um tribunal religioso do Estado Islâmico, por corrupção financeira, roubo e traição.

Outros integrantes, também foram condenados por negligência e fugir de frentes de batalha.

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