Assassinos de ambientalista costa-riquenho são condenados a 35 anos de prisão

San José, 29 mar (EFE).- Os assassinos do ambientalista costa-riquenho Jairo Mora foram condenados nesta terça-feira a 35 anos de prisão, cada, conforme decisão do Tribunal Penal da província de Limón.

Dos sete acusados de participação no crime, foram condenados quatro: Donald Salmon, Ernesto Rivas, Héctor Cash e José Bryan Quesada Cubillo. Já Felipe Arauz, Darwin Salmón e William Delgado foram absolvidos.

A pena para cada um pela morte de Mora foi de 25 anos de prisão, aos quais se somaram outros dez pelos crimes de roubo agravado e violação. O julgamento dos sete homens começou em 25 de janeiro e ffoi o segundo sobre o caso, já que em 2015 a juíza responsável os absolveu por erros na investigação da promotoria. No entanto, uma apelação obteve a abertura desta segunda audiência.

O ambientalista foi assassinado em 31 de maio do 2013 em Playa Moín, em Limón, como vingança de uma quadrilha a qual ele denunciou à polícia e que ganhava dinheiro com a venda de ninhos de tartarugas, além de assaltos.

Mora foi morto por um grupo de homens encapuzados que cercaram o veículo no qual ele patrulhava a praia de Moín junto com quatro mulheres ambientalistas, que foram sequestradas e levadas a uma cabana, de onde escaparam e depois conseguiram chamar a polícia.

O ambientalista foi encontrado morto na praia, asfixiado por areia após ser preso a um veículo e arrastado pela praia, segundo a sentença.

A morte de Mora é um dos crimes de maior destaque dos últimos anos na Costa Rica.

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