Ataques suicidas em Bagdá e no sul do Iraque deixam 17 mortos

Bagdá, 4 abr (EFE).- Pelo menos 17 pessoas morreram e quase 50 ficaram feridas em quatro atentados suicidas realizados nesta segunda-feira em sua maioria contra as forças de segurança e milicianos xiitas em Bagdá e no sul do Iraque.

Uma fonte de segurança que não quis revelar seu nome informou à Agência Efe que um suicida detonou seu cinto de explosivos em um posto de controle misto do Exército e da Polícia no nordeste de Bagdá. O ataque causou a morte de cinco pessoas e ferimentos em 12. Além disso, vários veículos civis foram destruídos.

Outros cinco iraquianos faleceram e 20 ficaram feridos na detonação do cinto explosivo de outro suicida em um restaurante frequentado por milicianos xiitas na cidade de Nasiriyah, capital da província de Dhi Qar. No estabelecimento estava um grupo de voluntários da milícia xiita pró-governo Multidão Popular, muito ativa na luta contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI). A fonte policial ouvida pela Efe disse que entre os feridos há pessoas em estado grave e que a explosão causou grandes danos materiais.

Os membros da Multidão Popular também foram alvo de outro suicida que detonou um carro-bomba contra um comboio desse grupo em Al Moshahda, 40 quilômetros ao norte de Bagdá. Três pessoas morreram e oito sofreram ferimentos nesta explosão, segundo a fonte, que não precisou se todas as vítimas são da milícia.

O quarto ataque suicida aconteceu no centro da cidade de Basra, 560 quilômetros ao sul de Bagdá, onde a explosão de outro veículo conduzido por um suicida causou quatro mortes e seis feridos.

Além dos ataques suicidas, duas pessoas morreram e sete ficaram feridas na explosão de duas bombas nos bairros de Al Nasr e Al Salam, no distrito de Abu Ghraib, a oeste da capital.

Por outra parte, um helicóptero de combate iraquiano, tipo CM 35, caiu no sul da cidade de Al Kut, 180 quilômetros ao sul de Bagdá, após uma falha técnica, deixando dois tripulantes feridos.

Pelo menos 1.119 pessoas morreram no Iraque e outras 1.561 ficaram feridas em atos de violência e terrorismo durante o mês de março, segundo os números da missão da Organização das Nações Unidas no país (Unami).

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