Sobe para 235 o número de mortos devido a terremoto no Equador

Quito, 17 abr (EFE).- O vice-presidente do Equador, Jorge Glas, informou neste domingo que o número de mortos devido ao terremoto de magnitude 7,8 ocorrido na noite de ontem no país chegou a 235, e o de feridos a 1.557.

O anúncio foi realizado em entrevista coletiva após uma nova contagem feita nas cidades mais castigadas pelo tremor, em sua maioria no litoral. Glas ressaltou que não há alerta de tsunami.

De acordo com o vice-presidente, até o momento foram registradas 189 réplicas de diversas intensidades do terremoto, que ocorreu às 18h58 locais do sábado (20h58 em Brasília), entre os balneários de Cojimíes e Pedernalas, na província de Manabí e na vizinha Esmeraldas.

Após o desastre, o governo equatoriano decretou estado de emergência nas províncias de Esmeraldas, Manabí, Guayas, Santo Domingo de los Tsáchilas, Los Ríos e Santa Elena, assim como estado de exceção em todo o território nacional.

Glas agradeceu pela ajuda internacional oferecida e que começou a chegar, e pediu à população que não arrisque a vida para tentar resgatar móveis e utensílios dos escombros.

"Depois, com muita força e com profunda união virá a reconstrução", disse o político, ao admitir que a prioridade será o resgate e o atendimento às pessoas afetadas.

Durante um de seus percursos pelas regiões afetadas, Glas classificou neste domingo como "catástrofe" o ocorrido em certas partes do litoral equatoriano.

"É uma tragédia que estamos enfrentando, está chegando mais polícia, água e segurança. Estamos tentando restabelecer o serviço público de eletricidade em algumas partes da cidade. Estamos em uma situação de catástrofe em algumas partes de Portoviejo, em algumas partes de Manta", disse Glas à emissora "Teleamazonas".

Glas pediu união, força e fé aos equatorianos e, em nome do presidente do Equador, Rafael Correa, se solidarizou com as famílias das vítimas do terremoto.

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