UE considera alarmante nova execução em Belarus

Bruxelas, 7 mai (EFE).- A União Europeia considerou "alarmante" que ter havido uma nova execução em Belarus, país com quem levantou em fevereiro a maior parte das sanções na esperança de iniciar uma nova etapa nas relações.

"Apesar de muitos pedidos feitos pela UE, outra execução aconteceu em Belarus", indicou em comunicado um porta-voz da chefe da diplomacia comunitária, Federica Mogherini, em referência ao caso de Syarhey Iwanow, que foi condenado à morte pela Corte Suprema bielorrussa em março de 2015.

Esta execução é "particularmente alarmante" por haver uma queixa de Iwanow no Comitê de Direitos Humanos da ONU que ainda não tinha sido resolvida.

O porta-voz também apontou que o Belarus confirmou nesta sexta-feira outra pena de morte, a de Serguei Khmelevsky, condenado apenas dois dias depois da a UE eliminar o grosso das sanções contra o país.

"A UE se opõe à pena capital, que não consegue dissuadir os crimes e representa uma negação inaceitável da dignidade e integridade humanas", ressaltou, e acrescentou que espera que Belarus, "o único país na Europa que ainda aplica a pena de morte, se una à moratória global da pena capital como primeiro passoem direção a sua abolição".

Em 15 de fevereiro a UE levantou a maior parte de suas sanções à Belarus, especificamente contra 170 pessoas, entre elas o presidente do país, Aleksandr Lukashenko, e três empresas, com o objetivo de iniciar uma nova etapa nas relações entre o país e o bloco.

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