Jornalistas espanhois sequestrados na Síria chegam à Espanha

Madri, 8 mai (EFE).- Os jornalistas espanhóis Antonio Pampliega, José Manuel López e Ángel Sastre, libertados na Síria, chegaram neste domingo a Madri, informaram fontes do governo.

Os jornalistas, que foram sequestrados em julho do ano passado e que foram libertados ontem, chegaram à Base Aérea de Torrejón de Ardoz, na capital espanhola.

Pampliega, López e Sastre foram recebidos por seus familiares e pela vice-presidente do governo interino, Soraya Sáenz de Santamaría, que ontem falou com eles quando ainda estavam em território turco.

A última vez que se teve notícia deles antes da libertação foi em julho do ano passado, quando estavam na cidade de Aleppo, sob controle da Frente al Nusra, filial síria da Al Qaeda.

Os três jornalistas trabalhavam na região como 'freelancers' e tinham entrado na Síria poucos dias antes de serem sequestrados na Turquia.

O fotojornalista José Manuel López acumula uma longa trajetória como correspondente de guerra, com um trabalho marcado pela denúncia das injustiças, pelo qual já recebeu diversos prêmios.

O jornalista Ángel Sastre estava há seis anos percorrendo a América Latina como 'freelancer' para televisões, jornais e rádios espanholas. Essa era a segunda vez que viajava à Síria para retratar o conflito.

Pampliega é um jornalista especializado em coberturas em zonas de conflito e desde 2008 trabalha para o jornal digital "Neupic". Ele recebeu o Prêmio da Boa imprensa pela melhor série de reportagens por seu trabalho em Aleppo para o jornal "El Mundo", além de ter sido finalista na categoria reportagem por "As crianças perdidas de Aleppo", publicada no jornal "El País".

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