Seul diz continuará pressão contra desenvolvimento nuclear norte-coreano

Seul, 9 mai (EFE).- O governo da Coreia do Sul censurou nesta segunda-feira a Coreia do Norte por reafirmar sua aposta nas armas atômicas durante o VII Congresso do Partido dos Trabalhadores e garantiu que continuará a pressão para forçar o regime de Kim Jong-un à desnuclearização.

"Tanto o governo sul-coreano como a comunidade internacional são firmes na posição de que a Coreia do Norte não pode ser reconhecida como um estado nuclear", disse o Ministério da Unificação de Seul em comunicado.

O comunicado é uma resposta à mensagem emitida no domingo pelo comitê central do Partido dos Trabalhadores norte-coreano, que reafirmou por unanimidade a política "byeongjin" do líder Kim Jong-un, que consiste em impulsionar de maneira simultânea o desenvolvimento econômico e de armas nucleares.

Neste sentido, Seul afirmou no comunicado que "vai continuar os esforços para pressionar o Norte mediante a aplicação da Resolução 2270 do Conselho de Segurança da ONU".

Esta resolução, adotada em março após os últimos testes nucleares e de mísseis de Pyongyang, impõe ao país comunista duras sanções comerciais, com o objetivo de sufocar suas finanças e forçá-lo a desistir de suas ambições atômicas.

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