Taiuaneses deportados da Malásia para China confessam crime de fraude

Pequim, 15 mai (EFE).- Os 32 taiuaneses que foram deportados da Malásia para a China acusados de participar de uma fraude de telecomunicações confessaram seus crimes, informou neste domingo o Ministério da Segurança Pública chinês citado pela televisão oficial "CCTV".

Os taiuaneses, que desde o dia 30 de abril estão na província chinesa de Cantão (sul do país), foram detidos no final de março na Malásia, junto com outros 20 que retornaram para a ilha no dia 15 de abril, apesar das tentativas de Pequim de repatriá-los.

Este episódio elevou as tensões entre Pequim e Taipé, já que além disso aconteceu depois que outros 45 taiuaneses detidos no Quênia foram deportados para a China no começo do mês, e às vésperas da posse da presidente eleita taiuanesa, Tsai Ing-en, do independentista Partido Democrata Progressista.

Na mesma operação contra a fraude, foram detidos 65 chineses, que foram deportados pela Malásia para o gigante asiático com os 32 taiuaneses.

Agora os acusados confessaram sua filiação a cinco grupos que realizaram mais de uma centena de fraudes telefônicas, na presença da Polícia chinesa e de uma delegação de funcionários da Justiça taiuaneses, segundo um comunicado do Ministério da Segurança Pública chinês reproduzido pela agência oficial "Xinhua".

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