Ativistas negam que capital do EI na Síria esteja em estado de emergência

Beirute, 16 mai (EFE).- A cidade de Al Raqqa, principal reduto do grupo Estado Islâmico (EI) na Síria, não vive um estado de emergência, como afirmaram os Estados Unidos, afirmou nesta segunda-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Citando ativistas no local, a ONG afirmou que as movimentações dos seguidores do EI na cidade e seus arredores são frequentes. Além disso, os jihadistas seguem enviando a partir de Al Raqaa provisões às frentes de batalha abertas nas províncias de Al Hasakah e Aleppo.

Segundo o Observatório Sírio, os jihadistas não deixaram suas bases ou se esconderam em Al Raqqa, o que contradiz a possibilidade de a cidade viver um estado de emergência.

O porta-voz da missão americana contra o EI, Steven Warren, afirmou há três dias que Al Raqqa estava imersa em um estado de emergência diante da possibilidade de ataques e de uma ofensiva terrestre do Exército do Iraque.

Warren indicou que o EI estava reorganizando posições de combate e deslocando milicianos com medo de bombardeios.

Por outro lado, o Observatório Sírio destacou que há um intenso sobrevoo de aviões de reconhecimento em Al Raqqa e arredores. No entanto, a ONG disse não saber o motivo nem a origem das aeronaves.

Atualmente, a coalizão internacional liderada pelos EUA, além das forças aéreas da Rússia e da Síria, bombardeiam posições do EI no território do país.

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