Parlamento da Nicarágua rejeita afastamento de Dilma Rousseff

Manágua, 17 mai (EFE).- A Assembleia Nacional da Nicarágua rejeitou nesta terça-feira "energicamente" o afastamento de Dilma Rousseff da presidência brasileira devido ao processo que pode levá-la ao impeachment.

Por 63 votos a favor, em sua maioria de deputados sandinistas, e 24 contra, a parlamento resolveu "rejeitar publicamente a suspensão do cargo" da governante.

Em sua resolução, a Assembleia Nacional qualificou o caso como "um impeachment viciado, irregular e fraudulento".

"Não há dolo, não há roubo, não há enriquecimento (ilícito), Dilma Rousseff está sendo julgada e destituída por uma razão meramente política", disse a jornalistas o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Legislativo, o sandinista Jacinto Suárez.

O parlamento nicaraguense também pediu "a volta imediata da presidente ao cargo e a continuidade de seu mandato constitucional".

Até agora o governo nicaraguense mantém normalmente relações diplomáticas com o governo do Brasil.

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos