Atirador se suicidou após matar 1 em universidade onde seleção treinaria

Los Angeles (EUA.), 1 jun (EFE).- O chefe da Polícia de Los Angeles, Charlie Beck, confirmou que o atirador que invadiu nesta quarta-feira a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), onde a seleção brasileira faria um treinamento como parte de sua preparação para a Copa América, se suicidou após matar uma vítima.

"A situação está controlada. O campus está seguro agora", indicou Beck em entrevista coletiva, confirmando que o atirador e a vítima são homens, apesar de não divulgar suas identidades.

Beck revelou que os agentes encontraram um bilhete ao lado dos corpos, mas não esclareceu se continha de uma confissão ou de uma nota de suicídio. O chefe da Polícia de Los Angeles também não indicou se as autoridades já sabem o motivo do incidente.

O campus da UCLA permaneceu fechado desde as 10h locais (14h em Brasília). Um grande número de policiais foi enviado ao local para procurar o atirador, enquanto os estudantes foram desalojados e realocados em um dos edifícios da universidade.

O Departamento de Polícia de Los Angeles informou que o incidente ocorreu em um dos prédios da Faculdade de Engenharia, que fica dentro do campus de Ciências no local conhecido como Boelter Hall.

"Estamos no edifício (da faculdade) de Música em uma sala bastante isolada", declarou à Agência Efe, por mensagem SMS, um estudante que buscou refúgio no local.

"Acaba de entrar outro companheiro. Disse que vinha de outro prédio e que havia um monte de gente correndo no sentido contrário. Havia um helicóptero (...) e bastante atividade policial", acrescentou o estudante.

O FBI também enviou agentes no campus, enquanto a polícia de Los Angeles declarou um "alerta tático" na cidade e está com centenas de policiais ao campus e arredores, informou o jornal "Los Angeles Times".

Devido ao tiroteio, o treino da seleção brasileira, previsto para as 16h (20h de Brasília) foi transferido do campus para o complexo do estádio StubHub Center, no mesmo horário, segundo um boletim divulgado pelo site da CBF.

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, indicou que o presidente dos EUA, Barack Obama, foi informado da situação a bordo do Air Force One, o avião presidencial. Obama teria pedido para ser informado de qualquer novidade sobre o incidente.

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