Ativistas revelam que quase 5 mil pessoas morreram na Síria no mês de maio

Cairo, 1 jun (EFE).- Pelo menos 4.927 pessoas, das quais 917 eram civis, morreram no mês de maio na Síria em ataques aéreos, confrontos e atentados, além de por torturas e execuções, como informou nesta quarta-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Entre os mortos estão 185 menores de idade e 148 mulheres.

Segundo a ONG, 334 dos civis foram mortos em ataques aéreos russos e do regime sírio, 101 em bombardeios de artilharia e mísseis das tropas sírias, 37 por torturas nos centros de detenção, e 39 em ataques aéreos da coalizão internacional.

Além disso, outros 134 cidadãos perderam a vida durante os ataques das facções rebeldes e do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

A ONG também informa que 11 civis foram mortos a tiros por guardas de fronteira turcos e jordanianos, 178 em atentados com explosivos, e 52 por outras razões, entre eles três crianças que faleceram por falta de tratamento médico.

Nas fileiras dos rebeldes, pelo menos 1.150 combatentes sírios de distintas organizações árabes e curdas morreram durante os confrontos do mês passado.

Além disso, também foram mortos 1.516 membros estrangeiros do EI, da Frente al-Nusra - filial síria da Al Qaeda - e outras brigadas islamitas.

No grupo do regime sírio, pelo menos 584 soldados das forças regulares morreram, assim como 499 militares sírios de grupos pró-governo.

Além disso, neste período faleceram 25 combatentes do grupo libanês Hezbollah, que apoia o regime sírio, e outros 210 guerrilheiros xiitas de outras nacionalidades.

A ONG também afirmou que há 23 mortos que não foram identificados.

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