Suposto responsável por tiroteio em clube gay de Orlando está morto

Washington, 12 jun (EFE).- O suposto responsável pelo tiroteio ocorrido na boate Pulse de Orlando (Flórida, EUA), um local frequentado por homossexuais, está morto, informou a polícia da cidade.

"O agressor dentro do clube está morto", afirmou a polícia em sua conta da rede social Twitter, mas não deu detalhes se há mais agressores, como asseguraram algumas testemunhas do fato, no qual várias pessoas ficaram feridas.

A polícia, que pediu que a população permanecesse fora da zona do fato, tinha confirmado previamente que se tratava de "uma situação com muitas vítimas", embora sem especificar um número.

Vários veículos de emergência foram à boate e várias vítimas foram evacuadas em ambulâncias, segundo os meios de comunicação locais.

A televisão local "WFTV" apontou que cerca de 40 pessoas feridas foram transferidas ao Centro Médico Regional de Orlando.

O tiroteio ocorreu por volta das 2h local (3h, em Brasília), quando o agressor fez reféns no clube, onde a polícia suspeita que inclusive podia ter uma bomba, afirmou um repórter da emissora local de televisão "WESH".

A polícia de Orlando confirmou no Twitter que efetuou uma "explosão controlada" perto do clube, mas não apresentou mais detalhes, enquanto o Corpo de Bombeiros também desdobrou uma equipe de desativação de artefatos explosivos, indicou o jornal local "Orlando Sentinel".

O clube Pulse, situado no centro de Orlando, publicou em sua página de Facebook uma mensagem na qual pedia que todo mundo saísse do local e corresse.

"Assim que tivermos informações, os atualizaremos. Por favor, tenham todos em suas orações enquanto afrontamos este trágico evento. Obrigada por seus pensamentos e amor", acrescentou o clube em outra mensagem nessa rede social.

Uma testemunha citado pela "WESH" disse que um amigo ficou ferido e está trancado no banheiro da boate.

A testemunha Rosie Feba, que conseguiu escapar do local junto com sua namorada, indicou que o tiroteio começou perto da hora do fechamento.

"Ela me disse que alguém estava disparando. Todo mundo se jogou no chão", disse, acrescentando que a princípio pensou que "não era real".

"Pensava que era parte da música até que vi o fogo de sua pistola", acrescentou a testemunha.

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