Liga Árabe condena "atroz agressão" de Orlando e pede união antiterrorista

Cairo, 13 jun (EFE).- A Liga Árabe qualificou nesta segunda-feira de "atroz agressão" o massacre de Orlando, nos Estados Unidos, que deixou 50 mortos e 53 feridos, e pediu unidade para combater o terrorismo "sejam quais forem suas origens e propósitos".

O secretário-geral da organização pan-árabe, Nabil Elaraby, reforçou, em comunicado, a necessidade "de rejeitar as tentativas de atiçar a cultura da violência e o ódio da qual se nutre a execrável ideologia terrorista e extremista".

Elaraby apresentou suas condolências às famílias das vítimas e desejou uma pronta recuperação aos feridos.

O Ministério de Relações Exteriores do Egito também expressou em comunicado sua condenação ao massacre e reiterou sua "firme posição de enfrentar globalmente o fenômeno do terrorismo".

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou hoje de novo, através de sua emissora de rádio, "Al Bayan", a autoria do massacre de Orlando e afirmou que seu autor, Omar Mateen, irrompeu em "uma concentração de cruzados".

Esta mensagem sucede à divulgada ontem pela agência "Amaq", vinculada ao grupo extremista, que expressava em termos similares que o massacre tinha sido obra de "um soldado do califado".

Mateen é um americano de origem afegã que foi investigado em duas ocasiões entre 2013 e 2014 pelo FBI (polícia federal americana) por sua possível vinculação com grupos terroristas.

O ataque a tiros da madrugada de domingo, o maior da história dos EUA, teve como alvo um clube noturno de Orlando frequentado majoritariamente por homossexuais.

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