Pai de autor do massacre em Orlando não acredita que filho fosse gay

Miami, 15 jun (EFE).- Mir Seddique Mateen, pai do autor do massacre de Orlando, afirmou que conhecia seu filho e não acredita que o mesmo fosse homossexual, além de ressaltar que não o perdoa pelo o que fez na boate Pulse de Orlando (Flórida).

O canal "Univision" esteve na terça-feira na casa do pai de Omar Seddique Mateen, que recebeu os jornalistas diante da imóvel há horas, situado em Port St. Lucie, a 200 quilômetros de Orlando.

Antes de entrarem na na casa, os jornalistas viram sair da garagem um automóvel em cujo interior havia, além do motorista, uma pessoa que tampava o rosto com uma peça de roupa.

O pai do jovem de 29 anos que matou 49 pessoas e feriu outras 53 no domingo na boate Pulse, não quis dizer se a pessoa que deixou o local era a viúva de seu filho e mãe de seu neto, que está colaborando com a polícia nas investigações do massacre.

"Duvido", respondeu quando foi questionado se Mateen tinha tendências homossexuais, como foi ventilado em razão dos testemunhos de alguns frequentadores da boate Pulse.

O pai afirmou também que não sabia nada sobre o fato de seu filho planejar um atentado e que soubesse, teria impedido. O pai também pediu perdão às vítimas e familiares das mesmas.

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