Diplomatas dos EUA defendem ataques contra regime sírio de Assad

Washington, 16 jun (EFE).- Diplomatas dos Estados Unidos protestaram nesta semana contra a política do governo de Barack Obama na Síria, e assinaram um documento interno que pede ataques militares contra o regime de Bashar al Assad, segundo publicaram nesta quinta-feira os jornais "The Wall Street Journal" e "The New York Times".

De acordo com a informação veiculada pelos jornais de Nova York que não identificaram as fontes, cerca de 51 funcionários do Departamento de Estado assinaram o documento, todos eles com algum tipo de função em relação com a assessoria do conflito na Síria.

Segundo o documento, atacar ao regime de Assad em Damasco e apressar uma mudança de regime é "a única maneira de derrotar o Estado Islâmico (EI)".

O "Wall Street Journal" garantiu que as opiniões expressadas no documento do qual teve acesso, são parte de uma "crescente crítica interna" da política dos EUA de não tomar posições na guerra civil na Síria.

Esta política se manteve, segundo a publicação, "apesar das repetidas acusações contra Assad de violar os acordos de cessar-fogo e dos ataques de forças com apoio russo contra rebeldes treinados pelos EUA".

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