Governo de Bangladesh confirma mortes de 6 insurgentes em restaurante de Daca

Nova Délhi, 2 jul (EFE).- A primeira-ministra de Bangladesh, Sheikh Hasina, confirmou neste sábado as mortes de seis dos terroristas que atacaram ontem um restaurante de Daca, capital do país, e a prisão de um integrante do grupo, além da libertação de 13 reféns.

Sheikh não deu detalhes sobre a possível morte de algum dos reféns e sentenciou que todo aquele que comete ataques desta natureza durante o mês sagrado do Ramadã não pode ser considerado muçulmano.

"Que tipo de muçulmanos são que em vez de rezar cometem esse tipo de ato?", questionou.

As mortes dos seis rebeldes se unem a de dois policiais que foram assassinados no início da operação, que durou cerca de 12 horas.

Mais de 100 militares e agentes das forças de segurança realizaram a operação para libertar os reféns, que eram cidadãos da Índia, Sri Lanka, Itália e Japão, de acordo com diversas fontes oficiais.

O ataque, reivindicado pelo Estado Islâmico e Al Qaeda deixou pelo menos 26 pessoas feridas, revelaram fontes hospitalares à Agência Efe.

Aos gritos de "Allahu Akbar (Alá é grande)", terroristas portando armas de fogo, bombas e facas invadiram o restaurante, localizado em um bairro diplomático de Daca e frequentado por estrangeiros.

Fontes diplomáticas e analistas de segurança tinham advertido à Agência Efe há alguns meses da possibilidade de um ataque deste porte em Bangladesh, um país de maioria muçulmana que desde 2013 sofreu uma onda de ataques islâmicos que se intensificaram no ano passado.

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