Passeata em Lima reivindica respeito a lésbicas e gays

Lima, 2 jul (EFE).- Centenas de pessoas participaram neste sábado da 15ª Marcha do Orgulho Lésbico, Gay, Bissexual, Trans e Interssexual (LGBTI) de Lima para reivindicar o respeito das autoridades peruanas aos direitos à reunião e protestar por estes coletivos sociais.

Durante a tarde deste sábado, os manifestantes se mobilizaram por várias avenidas principais do centro de Lima e distritos próximos convocados pelo Coletivo Marcha do Orgulho.

O porta-voz do grupo, Jorge Apolaya, explicou em comunicado que a Prefeitura de Lima não deu a licença para instalar um palanque na praça San Martín, local que consideram emblemático porque lá o prefeito Luis Castañeda "implantou por anos perseguições a todos os homossexuais e transgêneros que ali se reuniam pacificamente".

Por tal motivo, alguns dos lemas colocados nos cartazes dos manifestantes foram "Homofobia municipal", "Somos moradores, não somos delinquentes" e se pediu aos participantes que denunciem, pelas redes sociais, os atos de violência ou provocação.

A manifestação transcorreu pacificamente e contou com a participação da segunda vice-presidente eleita, Mercedes Aráoz, vários congressistas eleitos e a ex-candidata à Presidência Verónika Mendoza, da esquerdista Frente Ampla.

Da mesmo forma, o primeiro vice-presidente eleito Martín Vizcarra cumprimentou, através das redes sociais, a "todos os peruanos e peruanas que vivem com orgulho, sem medo e com a esperança de um país mais justo".

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