Ministro culpa Facebook por aumento de violência contra Israel

Jerusalém, 3 jul (EFE).- O ministro de Segurança Pública de Israel, Gilad Eran, responsabilizou redes sociais como Facebook pelo aumento da violência na região, ao considerar que o serviço é uma "plataforma de incitação" contra o país.

Erdan disse que o Facebook se transformou em um "monstro" desde a ascensão do grupo Estado Islâmico (EI) e o fortalecimento do terrorismo no mundo, informou neste domingo a imprensa local.

Além disso, o ministro afirmou o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, de ter sangue nas mãos pelas vítimas israelenses mortas durante esse período.

O jornal "Yedioth Ahronoth" também divulgou hoje parte do plano proposto pelo ministro de Educação, Naftali Bennett, para frear os ataques. Entre as medidas está o bloqueio de internet e tecnologia 3G no distrito palestino de Hebron para conter o que foi chamado por ele de "terrorismo virtual".

Em resposta aos comentários do ministro de Segurança Pública, o Facebook divulgou uma mensagem em hebraico que foi divulgada pelo jornal "Times of Israel", na qual rejeita as acusações.

"Não há espaço em nossa plataforma para conteúdo que encoraja a violência, ameaças diretas, terror ou abuso verbal. Temos uma série de diretrizes claras, destinadas a ajudar as pessoas a entender o que é permitido no Facebook", indicou a rede social na nota.

"E convocamos as pessoas a fazer uso de nossas ferramentas informativas se encontram conteúdos que acham que violam essas diretrizes, assim podemos avaliar cada incidente e atuar rapidamente", completou a empresa.

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