Tribunal condena sacerdote espanhol a 18 meses de prisão por caso "Vatileaks"

Cidade de Vaticano, 7 jul (EFE).- O Tribunal do Estado da Cidade do Vaticano condenou nesta quinta-feira o sacerdote espanhol Lúcio Vallejo a 18 meses de prisão pelo vazamento de documentos secretos da Santa Sé.

Outra das acusadas e colaboradora de Vallejo, a italiana Francesca Chaouqui, foi condenada a dez meses de prisão com suspensão de aplicação da pena. O outro ex-membro vaticano acusado no mesmo caso, Nicola Maio, foi absolvido.

Os três prestavam seus serviços na extinta Comissão Investigadora dos Organismos Econômicos e Administrativos da Santa Sé (COSEA), da qual Vallejo era secretário e da qual provém a maior parte da documentação vazada.

Também eram acusados dois jornalistas que publicaram as informações em seus livros, Gianluigi Nuzzi e Emiliano Fittipaldi, que foram absolvidos pelo fato de o tribunal não ter competência do ponto de vista jurisdicional.

Vallejo já descontou quase nove meses de pena mediante uma série de medidas cautelares de restrição da liberdade de movimento e não voltará à prisão.

O processo foi iniciado no dia 24 de novembro do ano passado. Vallejo, Chaouqui e Maio eram acusados pelos crimes de formação de quadrilha e de divulgação de segredos, enquanto os jornalistas enfrentavam a acusação de cooperação na divulgação de informação confidencial.

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