Premiê malaio pede justiça para vítimas de avião 2 anos depois de acidente

Bangcoc, 17 jul (EFE).- O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, afirmou neste domingo que seu país procura justiça para as 298 vítimas do avião da Malaysia Airlines que foi derrubado por um míssil no leste da Ucrânia, ao se completar dois anos da tragédia.

"O governo malaio continua com todos os esforços para encontrar uma explicação completa e satisfatória dos eventos que levaram à tragédia, ao mesmo tempo que queremos justiça através da lei internacional", disse Najib nas redes sociais.

"Nunca esqueceremos os passageiros e a tripulação, nem a dor das famílias das vítimas. Nossos pensamentos e orações estão com eles nestes dias dolorosos", assegurou o chefe do Executivo malaio.

O avião, um Boeing 777-200, viajava de Amsterdã para Kuala Lumpur no dia 17 de julho de 2014 quando caiu na Ucrânia derrubado por um míssil Buk de fabricação russa, concluiu um ano mais tarde o Conselho de Segurança da Holanda, organismo que dirige a investigação internacional.

Tanto o Exército ucraniano como as forças rebeldes pró-russas com as quais combatia na região se acusaram mutuamente do ataque contra o voo da companhia aérea malaia.

O aparelho transportava 283 passageiros e uma tripulação de 15 pessoas, todos de dez nacionalidades diferentes (193 holandeses, 43 malaios, 27 australianos, 12 indonésios, 10 britânicos, 4 alemães, 4 belgas, 3 filipinos, um canadense e um neozelandês).

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