Ataque contra consulado em Benghazi abre discurso republicano contra Hillary

Cleveland (EUA), 18 jul (EFE).- Dois sobreviventes do atentado ao consulado dos Estados Unidos em Benghazi, na Líbia, em setembro de 2012, a grande aposta republicana para desacreditar a democrata Hillary Clinton, abriram nesta segunda-feira os discursos na Convenção Nacional Republicana em Cleveland (Ohio).

Os funcionários de segurança do anexo do consulado de Benghazi, Mark Geist e John Tiegen, participaram para contar como sobreviveram ao ataque de 11 de setembro de 2012, no qual morreram Chris Stevens, o embaixador americano na Líbia, o diplomata Sean Smith e os funcionários terceirizados da CIA Tyrone Woods e Glen Doherty.

"Se Hillary Clinton tivesse feito seu trabalho, o anexo não teria se visto comprometido. Ty, Glen, Sean e o embaixador Stevens estariam vivos. Agora temos a oportunidade de eleger alguém que torne o país seguro de novo", declarou Geist.

O ex-militar e funcionário terceirizado de segurança garantiu que o país precisa de "alguém que lidere com força e com integridade" e essa pessoa é Donald Trump.

O atentado de Benghazi, que ocorreu quando a provável candidata presidencial democrata era secretária de Estado, foi investigado durante anos pelos congressistas republicanos, uma das investigações mais longas da história do Legislativo dos EUA.

Uma dezena de relatórios e comitês depois, as investigações não encontraram nenhuma prova de crime ou omissão de dever.

A mãe de Sean Smith, Patricia, também discursou na convenção para dizer que considera Hillary diretamente responsável pela morte de seu filho.

Smith inclusive saiu do roteiro para afirmar que a ex-secretária de Estado deveria estar "na prisão".

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