Combatente dos EUA que lutava ao lado de curdos contra o EI morre na Síria

Beirute, 21 jul (EFE).- Um combatente americano que fazia parte da milícia Unidade de Proteção do Povo Curdo (YPG, na sigla em curdo) morreu lutando contra o Estado Islâmico (EI) em Manbech, no norte da Síria, informou nesta quinta-feira a YPG em nota.

Segundo o comunicado, o soldado, identificado como Levi Jonathan Shirley, morreu na última quinta-feira quando participava da ofensiva para expulsar o EI de Manbech, que fica no nordeste da província de Aleppo.

A nota explica que Shirley se uniu às YPG em fevereiro de 2015, após viajar para a "Royava", como os curdos denominam as áreas que controlam no norte da Síria, e participou da batalha de Qameshli, na província de Al Hasakah, na região nordeste do país.

Depois, o combatente retornou aos EUA, mas decidiu voltar à Síria em janeiro deste ano para voltar a combater ao lado da YPG. Além dele, vários estrangeiros já morreram no país depois de entrarem na milícia curdo-síria para combater o EI.

A maior parte dos combatentes estrangeiros é de origem europeia, americana e australiana. Além disso, há milhares de curdos procedentes da Turquia e do Irã.

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