Consulado russo nega que homem que matou assaltante no Rio seja diplomata

Rio de Janeiro, 5 ago (EFE).- O consulado da Rússia no Rio de Janeiro negou hoje que seja diplomata do país o homem que matou a tiros um suposto assaltante em local próximo ao Parque Olímpico, na última quinta-feira.

Segundo o consulado, o protagonista do incidente usou identificação falsa ao alegar que era vice-cônsul da Rússia no Rio de Janeiro.

"Podemos garantir que nenhuma pessoa vinculada a instituições russas participou deste incidente e que a pessoa que se identificou como vice-cônsul é um brasileiro que está utilizando uma identificação falsa", afirmou uma fonte da diplomacia do país à Agência Efe.

O homem envolvido no episódio usou a tal falsa identidade ao ser abordado pela Polícia do Rio. Segundo a instituição carioca, ele matou o suposto assaltante que teria o abordado na Avenida das Américas, importante via da Barra da Tijuca, que abriga grande parte das instalações dos Jogos Olímpicos deste ano.

Durante a abordagem policial que sucedeu ao episódio, o falso diplomata se disse praticante de jiu-jitsu e relatou apenas ter reagido ao assalto. A arma teria disparado em meio à disputa entre ele e o criminoso.

O brasileiro estaria com sua esposa e sua filha no carro parado num engarrafamento, quando dois supostos assaltantes se aproximaram numa moto e um deles quebrou o vidro com uma arma.

O incidente aconteceu às vésperas da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, marcada para esta sexta-feira, enquanto as ruas estão tomadas por policiais e militares, principalmente na região do episódio.

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