Malásia e Ucrânia reiteram compromisso de julgar autores da queda do MH17

Bangcoc, 5 ago (EFE).- Malásia e Ucrânia reiteraram seu compromisso de levar à justiça os responsáveis pela queda do avião do voo MH17 da Malaysia Airlines, em julho de 2014, no leste do país europeu, informou nesta sexta-feira a imprensa local.

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, após reunião com o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, em Kuala Lumpur, disse que os dois países esperam a publicação do relatório da investigação criminal prevista ainda para este ano com o objetivo de decidir o seguinte passo.

"Esta reunião é para garantir que a justiça caia sobre aqueles que são responsáveis por abater um avião civil", disse Najib, de acordo com informações da agência "Bernama".

O primeiro-ministro garantiu que "estamos comprometidos a fazer tudo o que possamos para as famílias que perderam a seus entes queridos".

Ao lado dele, Poroshenko defendeu a necessidade de completar a investigação e de tomar todas as medidas possíveis para levar os responsável até a justiça.

No Boeing-777 viajavam 298 pessoas, dos que 196 eram holandeses, outros 27 australianos, 44 malaios e um neozelandês, entre outras nacionalidades.

Um total de 33 familiares das vítimas da Austrália, Malásia e Nova Zelândia, representados por um advogado australiano, apresentaram uma denúncia no Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Estrasburgo e pedem uma indenização de US$ 10 milhões por pessoa ao Estado russo.

O Conselho de Segurança da Holanda, que lidera a investigação internacional sobre as causas do acidente, concluiu em outubro do ano passado que o avião foi derrubado por um míssil Buk de fabricação russa.

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