Votação sobre Constituição termina na Tailândia

Bangcoc, 7 ago (EFE).- Os colégios eleitorais na Tailândia fecharam neste domingo as portas uma vez terminada a votação sobre a Constituição proposta pela junta militar e em seguida começou a apuração dos votos, após um dia que se desenrolou sem incidentes.

Cerca de 50 milhões de pessoas foram convocadas para depositar sua cédula, a qual continha duas perguntas: se aceitava ou não esta Constituição e se desejava que o Senado interviesse na escolha do primeiro-ministro.

Faltando dados oficiais de participação, a participação de eleitores pareceu menor que em ocasiões anteriores com as urnas em vários colégios de Bangcoc, onde os eleitores mostraram divisão de opiniões.

"O país deve continuar avançando e esta Constituição permite que a Tailândia progrida. Tenho confiança no governo atual porque seu objetivo é fazer com que o país melhore", declarou à Agencia Efe Chawalit, de 42 anos, que votou a favor da proposta.

No entanto, Pai, que votou "não" e preferiu se identificar com pseudônimo, afirmou à Efe que "a ditadura não tem o direito de escrever uma Constituição. O povo que vota contra não está satisfeito com a maneira com a qual a Tailândia está sendo governada".

A Tailândia teve 19 constituições, quase todas elas derrogadas após a intervenção dos militares, desde o fim da monarquia absolutista, em 1932.

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