Governo sudanês fecha 20 empresas de Fethullah Gülen

Cartum, 11 ago (EFE).- O governo do Sudão anunciou nesta quinta-feira o fechamento de 20 empresas do teólogo turco residente nos Estados Unidos Fethullah Gülen, duas semanas depois de também tirar dele a direção de duas escolas, que passaram a ser propriedades de uma empresa sudanesa.

O ministro das Relações Exteriores do Sudão, Ibrahim Ghandour, informou hoje que o presidente do país, Omar Hassan Ahmad al-Bashir, tomou essa decisão após um pedido do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, a seu embaixador em Cartum, Cemalettin Aydin.

Erdogan telefonou na última segunda-feira para seu representante na capital sudanesa após a organização de uma reunião em seu apoio depois do fracassado golpe de Estado em Ancara em 15 de julho. Nessa conversa, o presidente turco expressou a Aydin seu desejo de que Bashir assumisse as empresas de Gülen, acusado pelo governo turco de ser o mandante da tentativa de golpe, da mesma forma que fez com as escolas alguns dias antes.

Gülen, que negou qualquer envolvimento o com o levante, vive desde 1999 nos Estados Unidos e Turquia solicitou sua extradição. EFE

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