Grupo jihadista liberta 8 militantes após ataca prisão das Filipinas

Bangcoc, 28 ago (EFE).- Um grupo jihadista filipino, vinculado ao Estado Islâmico (EI), libertou oito militantes que se encontravam detidos em uma prisão da cidade de Marawi, na ilha de Mindanao, após atacar o local, informam hoje veículos de imprensa do país.

Cerca de meia centena de guerrilheiros fortemente armados do Grupo Maute, que jurou lealdade ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI), atacou ontem à noite o complexo com o objetivo de resgatar vários companheiros que tinham sido detidos pelas autoridades na semana passada.

Os extremistas muçulmanos conseguiram desarmar os guardas da prisão e levaram em sua retirada as armas dos oficiais, o que permitiu que outro grupo de 20 prisioneiros não relacionados com os jihadistas fugissem sem resistência, relata o portal do jornal "The Philippine Star".

A milícia, que começou a operar no começo de 2016 na província de Lanao do Sul, é liderada pelos irmãos Abdullah e Omar Maute, que levam a bandeira negra com o símbolo do EI e decapitaram este ano um soldado e dois trabalhadores locais.

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