Milhares de chavistas se manifestam em apoio a Maduro e "em defesa da paz"

Caracas, 1 set (EFE).- Milhares de manifestantes chavistas se concentraram nesta quinta-feira na avenida Bolívar de Caracas para expressar apoio à gestão do presidente Nicolás Maduro e em "defesa da paz", um chamado feito pelo Executivo venezuelano no mesmo dia que seus opositores convocaram a denonimada "Tomada de Caracas".

Desde o começo da manhã, milhares de seguidores do chavismo, alguns identificados com uniformes de instituições públicas, se mobilizaram desde vários pontos do oeste de Caracas, como a Praça Venezuela, El Paraíso, Santa Cecilia e Parque Central para comparecer à convocação feita pelo Executivo.

A atividade, que terminará com um ato no qual discursará o chefe de Estado, também contará com a presença do vice-presidente do país, Aristóbulo Istúriz, do deputado chavista e primeiro vice-presidente do governante Partido Socialista Unido da Venezuela (Psuv), Diosdado Cabello, e de outros legisladores simpatizantes do governo.

Em apoio a esta convocação, os personagens mais conhecidos dentro do chavismo, como ministros e deputados, expressaram mensagens nas quais faziam um chamado a seus seguidores para que comparecessem à marcha.

"Com Bolívar e Chávez vamos defender a linda porta da Independência, da Soberania, da Liberdade, da Revolução, da Paz!!", escreveu o deputado Cabello em seu conta no Twitter.

Por sua parte, o ministro de Comunicação, Luis José Marcano, expressou na mesma rede social que saíam às ruas porque "a direita sai outra vez a atacar o governo, enquanto os chavistas saem outra vez para defender um projeto histórico e um líder que nos guia!".

A deputada e representante indígena Aloha Núñez disse ao canal estatal "VTV" que estava na concentração "fazendo um chamado à paz".

"Hoje estamos aqui para dizer ao povo, ao presidente Nicolás Maduro que os povos indígenas estão aqui", acrescentou.

O chavismo iniciou concentrações em Caracas na terça-feira como uma forma de mostrar sua rejeição à convocação da oposição que foi denominada como a "Tomada de Caracas" e com a qual buscam pedir ao Poder Eleitoral que fixe a data de um referendo que revogue o mandato de Maduro.

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