Papa rejeita violência no Gabão, imerso em uma "grave crise política"

Cidade do Vaticano, 11 set (EFE).- O papa Francisco rejeitou neste domingo "qualquer tipo de violência" e fez uma menção especial ao Gabão, país do oeste da África Central que está "atravessando um momento de grave crise política".

"Eu gostaria de convidá-los a realizar uma oração especial pelo Gabão, que está atravessando um momento de grave crise política. Encomendo ao Senhor as vítimas dos enfrentamentos e suas famílias", disse o papa Francisco, após a reza do Ângelus dominical.

Desde a janela do Palácio Apostólico vaticano, Francisco mostrou seu apoio "aos bispos daquele país africano para convidar as partes a rejeitarem qualquer tipo de violência e ter sempre como objetivo o bem comum".

"Encorajo a todos, em particular os católicos, a serem construtores de paz no respeito da legalidade, no diálogo e na fraternidade", concluiu.

Em 31 de agosto explodiu no Gabão uma onda de violência após serem divulgados os resultados das eleições, que deram uma ajustada vitória ao presidente Ali Bongo.

A União Africana (UA) advertiu posteriormente que estes conflitos poderiam causar uma grande instabilidade na região da África Central.

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