Vídeo do Estado Islâmico mostra suposta decapitação de acusados de espionagem

Beirute, 12 set (EFE).- Um vídeo da organização terrorista Estado Islâmico (EI), divulgado nesta terça-feira pela internet, mostra a suposta decapitação de um grupo de homens acusados de pertencer a uma "célula" que espionava para a coalizão internacional na Síria.

Na gravação, de mais de 12 minutos de duração e cuja autenticidade não pôde ser verificada, aparece um combatente jihadista que explica como descobriram e detiveram a suposta "célula de espionagem", que trabalhava para a "coalizão cruzada", em referência à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

Em seguida, aparece um dos acusados sendo interrogado por um integrante do EI e uma lista com as fotos de 15 homens, aos quais os radicais atribuem acusações como fotografar sedes do grupo, enviar informação sobre os extremistas ou tentativa de assassinato de "soldados do califado".

As últimas sequências mostram as decapitações dos detidos, que são pelo menos 16 e que estão vestidos com macacões de cor laranja, no que parece ser um matadouro.

As primeiras vítimas são degoladas no chão, enquanto outras são penduradas de cabeça para baixo no teto e decapitadas por um carrasco dos terroristas.

O EI não detalha o lugar onde aconteceu este massacre, mas o vídeo foi produzido pelo escritório de informação dos jihadistas na província de Al Jair, que abrange parte da região síria de Deir ez Zor, já que os radicais impuseram suas próprias divisões administrativas nos territórios que dominam.

A divulgação do vídeo coincide hoje com a festividade muçulmana do Sacrifício, na qual os fiéis degolam cabeças de gado para marcar o fim do "hajj", a peregrinação anual a Meca.

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