Sobrinha de dirigente espanhol foi sequestrada e morta no México

Toluca (México), 20 set (EFE).- A espanhola María Villar Galaz foi encontrada morta na última quinta-feira, dois dias após seu sequestro, em um riacho, com pés e mãos amarradas e uma bolsa na cabeça que causou sua morte por asfixia, afirmou nesta terça-feira à Agência Efe, o subprocurador do Estado de México, Germán García.

Em entrevista em seu escritório em Toluca, capital do Estado do México, García disse que a polícia encontrou o corpo da jovem, sobrinha do presidente da Federação Espanhola de Futebol, Ángel María Villar, no último dia 15, em uma comunidade isolada.

Naquele dia, "em uma comunidade chamada Mirasol, no município de Santiago Tianguistenco, apareceu uma mulher, que não estava identificada, de aproximadamente 35 ou 40 anos", em um "canal de águas residuais, algemada nas mãos, pés e com uma bolsa na cabeça, já morta", detalhou.

García revelou que até esta terça-feira não sabia que se tratava de um sequestro, quando o marido de María Villar e outro parente próximo identificaram o corpo.

María Villar Galaz foi sequestrada após tomar um táxi no último dia 13, no centro comercial da região de Santa Fé, em frente de onde trabalhava e sua morte aconteceu um dia depois, de acordo com a perícia.

A vítima "não tinha golpes no corpo" e "não temos a informação de que houve uma agressão sexual", acrescentou García. Além disso, ela estava vestida e sem documentos.

"Abrimos uma investigação por um homicídio, pois não tínhamos conhecimento que tinha sido um sequestro", acrescentou.

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