Trump afirma que, se ele fosse presidente, Hillary estaria "na prisão"

Saint Louis (EUA), 9 out (EFE).- O candidato à presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, Donald Trump, disse neste domingo que, se estivesse à frente do país, sua concorrente do Partido Democrata, Hillary Clinton, estaria "na prisão" pelo escândalo do uso de seu e-mail particular para fins profissionais quando era secretária de Estado (2009-2013).

No segundo debate entre os candidatos à presidência transmitido pela televisão, Trump atacou Hillary por esse escândalo e ameaçou nomear um procurador especial para investigar a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama caso ele seja eleito.

"Houve muitas mentiras, muitos erros, nunca houve nada como isso", enfatizou o magnata.

Além disso, Trump cobrou de Hillary um pedido de desculpas por ter "apagado 33 mil correspondências" dessa conta pessoal que utilizou como secretária de Estado.

Hillary, por sua vez, voltou a admitir que cometeu um "erro" ao usar seu e-mail e um servidor privados e se declarou "muito comprometida" em levar a sério o controle de informações sigilosas.

Em julho, o diretor do FBI, James Comey, recomendou que a ex-primeira-dama não fosse acusada por este escândalo, mas classificou como "muito negligente" o uso que a agora candidata democrata fez de suas comunicações.

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