Egito bombardeia focos jihadistas após ataque que deixou 12 mortos

Cairo, 15 out (EFE).- A aviação de combate do Egito bombardeou neste sábado focos de grupos jihadistas na Península do Sinai, um dia depois do ataque reivindicado pelo braço local do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) que causou a morte de 12 soldados.

De acordo com um comunicado das forças armadas egípcias, os ataques aéreos duraram três horas e destruíram esconderijos dos extremistas, sete veículos 4x4 e paióis de armas e munição.

Um número indeterminado de terroristas também foi abatido, acrescentou a nota, que foi lida na televisão acompanhada de um vídeo propagandístico sobre operações militares aéreas e terrestres.

O exército egípcio iniciou esta missão contra os radicais após fazer uma varredura na região e receber informações dos moradores e dos serviços de inteligência sobre as bases e esconderijos dos grupos envolvidos no ataque de ontem.

As forças armadas reiteraram na nota que vão "acabar com os elementos terroristas" e que os atentados "não tiram o foco de seu objetivo que é proteger à população".

O ataque de ontem foi cometido por milicianos do EI que abriram fogo contra o posto de controle de Zaqdan, em cujos arredores explodiram enfrentamentos entre ambas as partes, que acabaram com a morte de 15 terroristas.

Os atentados contra a polícia e o exército se intensificaram desde a destituição do islamita Mohammed Mursi, afastado do poder por um golpe militar em 3 de julho de 2013.

As forças de segurança realizam operações contínuas no norte do Sinai contra os grupos extremistas que lá instalaram suas bases, entre eles o Wilayat Sina, o braço local do EI.

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