Operações militares matam 18 extremistas e 3 soldados na Península do Sinai

Cairo, 17 out (EFE).- Pelo menos 18 supostos extremistas e três soldados egípcios morreram ontem em operações militares contra terroristas no norte da Península do Sinai, no Egito, informou nesta segunda-feira o porta-voz do Exército egípcio, Mohammed Amir.

Em comunicado divulgado no Facebook do órgão, o porta-voz explicou que as mortes foram registradas em bombardeios aéreos contra 16 refúgios dos jihadistas e ataques de artilharia quando os terroristas tentavam fugir. Na ação, quatro veículos e 14 motos dos extremistas também foram destruídos. As tropas conseguiram ainda apreender diferentes tipos de armas e munição.

Estas operações acontecem depois que na sexta-feira passada 12 soldados egípcios morreram e seis ficaram feridos em um ataque armado realizado no norte do Sinai e reivindicado pela filial egípcia do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

O grupo anunciou em comunicado, cuja autenticidade não pôde ser comprovada, que "vários soldados do califado atentaram contra o posto de Zaqdan". Segundo o grupo extremista, mais de 20 "apóstatas", em referência aos soldados egípcios, morreram baleados e outros ficaram feridos.

Os ataques contra a Polícia e o Exército se intensificaram no Egito desde a destituição do presidente Mohammed Mursi, afastado do poder pelos militares em 3 de julho de 2013.

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