Operações no Sinai egípcio deixam 19 supostos extremistas mortos

Cairo, 18 out (EFE).- Pelo menos 19 supostos extremistas e um soldado egípcio morreram em novas operações militares contra os grupos terroristas no norte da Península do Sinai, informou o porta-voz do Exército egípcio, Mohammed Samir.

Em comunicado, divulgado nas últimas horas na página do Facebook das Forças Armadas, o porta-voz detalhou que aviões do Exército bombardearam 31 esconderijos dos radicais islamitas ("takfiri", em árabe).

Os ataques aéreos destruíram na segunda-feira pelo menos três carros e três motos dos jihadistas.

O porta-voz militar afirmou que as forças armadas vão perseguir os terroristas "de maneira decisiva".

Além disso, no domingo, pelo menos 18 supostos extremistas e três soldados egípcios morreram em outras operações militares no norte do Sinai.

Estas operações ocorrem depois que na sexta-feira pelo menos 12 soldados egípcios morreram e seis ficaram feridos em um ataque armado no Sinai reivindicado pela filial no Egito do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

O ramo do EI no Egito, Wilayat Sina (Província do Sinai), anunciou em comunicado, cuja autenticidade não pôde ser comprovada, que "vários soldados do califado atentaram contra o posto de Zaqdan".

Os ataques contra a polícia e o exército se intensificaram no Egito desde a destituição do presidente islamita Mohammed Mursi, afastado do poder pelos militares em 3 de julho de 2013.

As forças de segurança realizam contínuas operações no norte do Sinai contra os grupos extremistas que instalaram suas bases, entre eles o Wilayat Sina.

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