Hillary diz que respeita direito ao porte de armas, mas pede mais regulação

Las Vegas (EUA), 19 out (EFE).- A candidata democrata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, expressou nesta quarta-feira "respeito" à Segunda Emenda constitucional, que garante o direito ao porte de armas no país, mas pediu mais "regulação" e criticou o rival republicano, Donald Trump, por apoiar a Associação Nacional de Rifles (NRA).

"Não vejo conflito entre salvar vidas e defender a Segunda Emenda. Deve haver regulação", afirmou Hillary no início do terceiro e último debate presidencial, em Las Vegas.

Em resposta, Trump alertou que, com Hillary Clinton no comando da Casa Branca, a Segunda Emenda ficará "reduzida".

"(Este direito constitucional) não sobreviverá a uma presidência de Hillary Clinton", declarou o candidato republicano.

Na sequência, a democrata repudiou que Trump se situasse "do lado da NRA" e lamentou as mortes em consequência da violência com armas de fogo.

A primeira parte do debate focou na Suprema Corte dos Estados Unidos, que atualmente conta com uma vaga aberta após a morte de Antonin Scalia, mas os candidatos presidenciais divergem sobre a substituição.

Trump disse ter a intenção de nomear um magistrado "conservador e pró-vida", enquanto Hillary quer um juiz que respeite os direitos das minorias e das mulheres.

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