Papa denuncia "atos de violência brutal" e a "sangue frio" em Mossul

Cidade do Vaticano, 23 out (EFE).- O papa Francisco denunciou neste domingo os "atos de violência brutal" e cometidos "a sangue frio" que ocorrem na cidade iraquiana de Mossul e manifestou sua proximidade com a população desse país.

"Nestas horas dramáticas, estou perto de toda a população do Iraque, especialmente da cidade de Mossul", disse o pontífice após a tradicional reza do Ângelus desde o Palácio Apostólico perante cerca de 50 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, segundo números da Gendarmaria Vaticana.

"Nossos espíritos estão sacudidos pelos brutais atos de violência que, há demais tempo, estão sendo cometidos contra cidadãos inocentes, sejam muçulmanos, sejam cristãos ou de outras etnias e religiões", disse o papa.

O pontífice se disse "desolado pela morte a sangue frio de várias pessoas daquela amada terra, entre eles tantos crianças, por essa crueldade que faz chorar, nos deixando sem palavras" nesse conflito em território iraquiano.

"A palavra da solidariedade é acompanhada da garantia da minha lembrança na oração para que o Iraque, duramente golpeado, seja forte e firme na esperança de poder seguir rumo a um futuro de segurança, reconciliação e paz", acrescentou o papa.

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