Melania Trump promete ser "defensora das mulheres e das crianças"

Berwyn (EUA), 3 nov (EFE).- Esposa do bilionário Donald Trump, Melania Trump fez campanha para o marido pela primeira vez desde a nomeação do marido para concorrer à presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, com um discurso nesta quinta-feira no qual se orgulhou de ser imigrante e se comprometeu a trabalhar como "defensora" das mulheres e crianças caso se torne primeira-dama.

A cinco dias das eleições, a ex-modelo nascida na Eslovênia, que tinha se mantido em silêncio desde sua aparição na convenção republicana, em julho, fez várias referências aos valores familiares.

"As pessoas me perguntam frequentemente: que tipo de primeira-dama você seria? Seria um privilégio poder servir a nosso país", disse Melania Trump na pequena cidade em Berwyn, uma cidade de pouco mais de 3 mil habitantes no estado da Pensilvânia, considerado um dos que podem decidir o pleito.

"Serei uma defensora das mulheres e das crianças", acrescentou a esposa de Trump, que justificou sua ausência da campanha alegando que queria cuidar de seu filho de dez anos, Barron.

A ex-modelo, de 46 anos, lembrou sua infância na Eslovênia e disse que em seu país de origem "América (EUA) era a palavra para definir a liberdade e a oportunidade", e "significava que se podia sonhar com isso, se podia se transformar nisso".

"Sou uma imigrante, e ninguém avalia as liberdades e oportunidades dos Estados Unidos melhor do que eu", ressaltou.

A esposa de Trump afirmou que, na infância, se sentia inspirada pela era Ronald Reagan na presidência (1981-1989) e que seu lema de "Amanhã nos Estados Unidos" não só se aplicava ao país, mas "parecia que fosse amanhã no mundo todo".

Melania descreveu a que seria sua principal iniciativa caso se torne primeira-dama, sobre a qual já falou em outras ocasiões: sua vontade de combater os "insultos e palavras mesquinhas" que geram assédio nas redes sociais para as crianças e adolescentes.

"É terrível quando (o assédio) acontece no pátio de uma escola, e é completamente inaceitável quando é feito por alguém sem nome, que se esconde na internet. Temos que encontrar formas melhores de honrar e apoiar a bondade básica de nossas crianças, sobretudo nas redes sociais", afirmou.

Seu discurso foi o primeiro desde o que concedeu na convenção republicana, que lhe rendeu várias críticas após a descoberta de que alguns trechos eram muito similares ao de um discurso feito pela atual primeira-dama, Michelle Obama.

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