Papa aprova novo estatuto da Pontifícia Academia para a Vida

Cidade do Vaticano, 5 nov (EFE).- O papa Francisco aprovou o novo estatuto da Pontifícia Academia para a Vida, que tem por objetivo "a defesa e a proteção do valor da vida humana" e que agora contará com pesquisadores jovens entre seus integrantes.

O novo estatuto, apresentado neste sábado, estabelece que a Pontifícia Academia para a Vida "estuda através de uma óptica interdisciplinar os problemas relativos à proteção e à defesa da vida humana" e impulsiona iniciativas que "formem uma cultura da vida".

A principal novidade é que, entre seus integrantes, o papa Francisco incluiu jovens pesquisadores de até 35 anos e que provenham de disciplinas e âmbitos dos quais a academia se dedica.

Os pesquisadores serão escolhidos e nomeados pelo Conselho Diretor do ente e seus cargos terão duração de cinco anos, renováveis por mais um mandato.

Para "promover e divulgar a cultura da vida", o Vaticano lembrou que a academia "mantém estreito contato com as instituições universitárias, sociedades científicas e centros de pesquisa" que trabalham neste âmbito.

Entre outras coisas, a academia estuda "as legislações vigentes em diversos países e as orientações da política de saúde internacional, além das principais correntes de pensamento com incidência na cultura contemporânea da vida".

O novo estatuto foi assinado por Francisco em 18 de outubro e entrará em vigor no próximo ano, a partir de 1º de janeiro, com uma vigência de cinco anos.

A Pontifícia Academia para a Vida foi criada pelo papa João Paulo II através do "motu proprio" (decisão pessoal do papa) "Vitae Mysterium" ("O Mistério da Vida", em português), publicado em 11 de fevereiro de 1994.

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