Rússia denuncia que opositores sírios mataram 27 civis em Aleppo

Moscou, 19 nov (EFE).- Grupos de opositores sírios mataram 27 pessoas na quinta-feira para reprimir duas manifestações na parte leste da cidade de Aleppo, controlada por milícias contrárias ao presidente da Síria, Bashar al Assad, denunciou neste sábado o porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.

Segundo Konashenkov, cerca de 200 moradores do bairro de Sakhour tentaram sair da parte de Aleppo controlada pelos rebeldes e entrar na área sob domínio das tropas governamentais, quando foram mortos pelos opositores sem aviso prévio para que parassem.

"Os milicianos abriram fogo contra os manifestantes sem aviso prévio. Morreram 17 pessoas, entre eles dois adolescentes, de 13 e 15 anos. Outras 50 ficaram feridas", afirmou o porta-voz.

Mais tarde, segundo Konashenkov, as milícias apoiadas pelo Ocidente prenderam dez homens acusados de organizar a fuga. "Na mesma noite, todos foram fuzilados", denunciou o general russo.

Algumas chancelarias das potências ocidentais, como a dos Estados Unidos e do Reino Unido, denunciaram o reinício dos bombardeios russos contra a parte leste da cidade de Aleppo há cinco dias. A região é controlada pela oposição e cercada pelas tropas do regime.

Segundo a Casa Branca, cinco hospitais foram alvo dos ataques russos nos últimos dias. O Kremlin, porém, afirmou que as informações são mentirosas e que já está há mais de um mês sem bombardear a cidade de Aleppo.

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