Pentágono afirma que coalizão liderada pelos EUA matou líder do EI na Síria

Washington, 10 dez (EFE).- A coalizão internacional contra o Estado Islâmico (EI) liderada pelos Estados Unidos matou há duas semanas um líder do grupo jihadista na Síria, o tunisiano Boubaker al Hakim, segundo confirmou neste sábado o Pentágono.

"Os aviões da coalizão atacaram e mataram o tunisiano Boubaker al Hakim no último dia 26 de novembro em Raqqa (Síria)", disse o porta-voz do Pentágono, Peter Cook, em comunicado enviado à Agência Efe.

Al Hakim, que segundo alguns relatórios de imprensa tinha 33 anos, "era um líder do EI e há muito tempo era terrorista com profundos laços com elementos jihadistas franceses e tunisianos", além de ser suspeito de "estar envolvido nos ataques terroristas de 2013 contra líderes políticos em Túnis", acrescentou.

"Sua morte degrada a capacidade do EI de realizar mais ataques no Ocidente e suprime das fileiras do EI um extremista veterano com vários contatos. A coalizão seguirá seguindo a pista e eliminando terroristas do EI que ameacem a nós e a nossos aliados", concluiu Cook.

A coalizão liderada pelos Estados Unidos dá apoio aéreo desde o mês passado à ofensiva terrestre contra o EI da aliança armada curdo-árabe Forças da Síria Democrática (FSD), que hoje iniciou a segunda fase desse esforço que tem como objetivo libertar a cidade síria de Al Raqqa, a autodenominada capital do "califado" do grupo jihadista.

Para apoiar essa ofensiva, os Estados Unidos enviarão cerca de 200 militares adicionais à Síria, segundo anunciou hoje o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, durante sua visita ao Bahrein.

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