Cinco diplomatas dos Emirados morreram no atentado do Afeganistão

Cairo, 11 jan (EFE).- Os Emirados Árabes Unidos confirmou que cinco de seus diplomatas morreram nesta quarta-feira no atentado ocorrido ontem, na província de Candaar, no sul do Afeganistão.

Os cinco diplomatas mortos estavam em uma missão que trabalhava em projetos de desenvolvimento, humanitários e educativos no Afeganistão, informou o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados, em comunicado obtido pela agência oficial "WAM".

O presidente dos Emirados, o xeque Khalifa bin Zayed al Nahyan, decretou três dias de luto oficial em homenagem aos "mártires que deram suas vidas em defesa de causas humanitárias".

A nota não faz referência ao estado de saúde do embaixador dos Emirados no Afeganistão, Yumaa Mohammed Abdullah Al Kaabi, que ficou ferido no atentado, segundo informou o governo dos EAU horas depois do ataque.

A explosão aconteceu por volta das 18h30 (hora local), no complexo de escritórios do governador de Candaar, Homayoon Azizi, que também ficou ferido na ação.

Até a noite de ontem, as autoridades afegãs tinham informado que o atentado causou a morte de 11 pessoas, enquanto outras 12 ficaram feridas.

O embaixador encontrava fazendo uma visita oficial em Candaar, onde teria uma reunião com autoridades locais e iria inaugurar as obras de uma creche que se construirá na capital homônima com um orçamento de US$ 2 milhões.

O ataque em Candaar aconteceu depois do duplo atentado suicida nas imediações do parlamento afegão em Cabul, uma ação reivindicada pelos talibãs que causou pelo menos 30 mortes e deixou 80 feridos. EFE

mp/phg

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